Quinta-feira, Fevereiro 09, 2012

NOVAS BOLHAS

Oi pessoal!

O Bolhas agora está de cara nova!

Novos Posts, Novo Design, Novas questões, Novos filmes, Novas matérias e Novas Bolhas!

Novo Blog:
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beijos!

Domingo, Fevereiro 05, 2012

Projeção - Sensibilização



Acabo de voltar de uma sessão de cinema, o filme: Histórias Cruzadas (The Help, 2011) e me lembrei de umas das minhas aulas de cinema, da parte “projeção – identificação” do expectador para com o filme. No caso de Histórias Cruzadas, visto pela reação do público puxando seus narizes e tentando disfarçar as lágrimas, havia uma “projeção – sensibilização”.

Mas, o mais legal de tudo isso, foi a minha sensibilização. Pra quem não sabe, a história do filme é sobre um livro (The Help) que conta depoimentos das empregadas domésticas negras, das (maioria) mimadas moças brancas. Cada patroa  é de um jeito, temos aquela arrogante e manipuladora, a coitadinha, a geniosa e uma última que seria uma “nova patroa” mas que não cumpre as regras impostas para brancos e negros nos anos 60 no Mississipi.

Pra quem não sabe, o estado do Mississipi tão conservador na época e até hoje, possuía leis muito severas quanto a mistura, tanto que lá a KKK agia fortemente perseguindo os negros.

Mas, voltando ao que me tocou, me lembrei que na minha família tinha uma negra, de nome Geralda, que trabalhava pra minha avó e posteriormente pra minha tia. A Geralda faleceu quando eu tinha uns 10 anos (não me lembro exatamente) e houveram duas partes do filme que me pegaram muito.
 Uma parte, foi a menininha criada pela negra e a outra foi a fala de umas delas dizendo que tinha a pele daquela cor de tanto tomar café. Eu ri muito! Via a Geralda uma vez por semana e ela ficava horas brincando comigo, mostrando o bordado e umas montagens com tecido e me contava histórias.  A outra, é que nunca pensei no porque da pele dela ser escura e a minha desbotada. As crianças tem aquela magia que as impede de ter preconceito, é como se a falta de uma perna, uma cadeira de rodas, ser gay, ou ter pele negra ou amarela não faça diferença...pra elas é tudo simplesmente real e isso basta.

A maioria das famílias brasileiras provavelmente teve funcionários negros nos anos 60 e muito anteriormente e vergonhosamente também. Mas ficando na perspectiva do filme é muito bonito essa capacidade de mudanças daqueles que vêem o erro do racismo. Essa movimentação para fazer algo, mesmo que seja contar a história dessas funcionárias é o começo de uma cadeia que gera algo muito maior.

O saber respeitar e principalmente reconhecer aquele que trabalha pra você e vive nas condições de luta social é o que clama nesse filme. O tema, a imagem e a interpretação é tão bem feita que por um momento eu acreditei que a Viola Davis era a própria personagem em realidade.

Muito bom, indico pra assistir e refletir sobre a nossa própria história em relação aos nossos funcionários, aos preconceitos e ao racismo que EXISTE e precisa ser eliminado.

Outros filmes que falam sobre anos 60, KKK e lutas sociais:
Mississipi em chamas (Mississipi bruning, 1988) de Alan Parker.

Domingo, Agosto 14, 2011

Dia dos pais (com berros)!

Acabei de voltar do cinema, fui retomar a minha infância e assistir o tão falado Os Smurfs.
A história está americanizada, o que já era esperado, e isso se resume a parte final do filme na parte da reconstrução da SmurfVila, o que não condiz com o desenho original, mas quem se importa certo? Acho que só os fãs ou as crianças dos anos 90 como eu que se lembram da história. Entretanto, uma boa história nunca morre, e de alguma forma ela precisa se adaptar suas tradições ao novo mundo, então, eu indico o filme porque é muito smorfoso!!!!!

Deixando essa crítica (?) de lado, fui assistir o filme normal, nada de 3D, pois não havia mais lugares, e como vi 98% dos desenhos sem 3D ao longo da vida, não senti falta (diferentemente daquelas pessoas que dão a volta em SP pra ver uma sessão que só tenha essa determinada tecnologia).

Mas, o que queria dizer é que Smurfs além da minha infância, nos conta a história do smurf Desastrado (o que fica óbvio) que vira um herói + Papai Smurf pedindo desculpas por não ter acreditado em sua capacidade. O legal dessa parte é que coincidiu com o Dia (comercial) dos pais, o chato, é que ao sair da sala com a canção LA LA LALALA LA LA que está grudado na minha mente há 17 anos, foi um pai X aos berros com a filhinha.

Pelo que constei em 2 metros de passos, o tal pai X reclamava da filha ter tirado um tênis da caixa. Oras, se o tênis é novo, qualquer criança lá com seus 6 anos acha lindo e quer ver toda hora, não precisa dar escândalo e muito menos fazer ameaças!
Sei o que pensam, que posso estar julgando tal atitude ou que se esse pai faz isso, é porque provavelmente foi tratado assim na infância. O que é correto também, Freud explica. MAS, será que em plena Era digital, com essas pessoas frias e quentes não dá pra ter um pouco de equilíbrio??

Papai smurf já confirmou que acredita no filho, apesar dos erros que ele cometeu,  e ele não gritou! Aliás, a maioria dos filmes infantis hoje mostram atitudes pai-filho do nosso tempo, em que na maior parte das vezes a pessoa não se identifica mais, por estar com uma venda nos olhos, voltada a relacionamentos supérfluos ou crer que dia dos pais seria o único para demonstrar algo. Então, tem alguma coisa muito errada certo? Para que maquiar um feriado se somos pais dia-a-dia???

Realmente, dia dos pais, das mães, das crianças é TODO DIA. Enquanto você estiver vivo, sempre será seu dia, então, será que vale a pena surtar por um tênis fora da caixa?

Então, a grande lição:

Não tem necessariamente uma lição, todas as crianças e seus respectivos pais são desastrados, mal humorados, felizes, dengosos, todos com milhões de sentidos se equilibrando ao mesmo tempo. Não seria melhor tem explicado que não pode pegar o tênis por X motivo ou mostrado de verdade?

Enfim, Smurfs são as melhores e as piores características humanas num desenho só! Ele consegue uma harmonia entre os diferentes, então na vida real, precisamos continuar tentando!

Segunda-feira, Maio 16, 2011

A palavra agora é METRÔ


Pois é, todo mundo da capital paulistana não fala de outra coisa: o metrô chegará ou não em Higienópolis?

Para quem não sabe, o governo estadual desistiu de fazer uma estação do metrô, que iria para a Av. Angélica no bairro de Higienópolis, por conta de moradores locais protestarem, alegando que a futura estação "ampliaria o fluxo de pessoas no local, com aumento de ocorrências indesejáveis", além da transformação da área em "camelódromo". 

Um ps:
Para quem não sabe, a nova e moderníssima Linha 4-Amarela foi inaugurada! VIVA! Mas se vc precisa do metrô depois das 15h, abraço, pois essa linha esta fechada a essa hora! =O

Voltando ao bairro chique de Higienópolis. A muitos anos, antes do shopping quase-mais-chique ser construído, os morados do mesmo bairro também protestarem, e adivinha? O shopping Higienópolis está lá com todas suas senhoras passeando com seus labradores fofos! E não houve uma migração dos classificados 'pobres', ou 'camelódromos' para tal shopping!

A pergunta é: POR QUE É QUE o metrô traria pessoas pobres para o local, sendo que o mesmo é um local de livre acesso? Você pode passear o dia todo de metrô, sendo rico ou pobre (essa é uma questão que nem vale a pena ser abordada). POR QUE É QUE os camelôs iriam para lá? Já que tem policia 24h no bairro! Eles não iam conseguir vender nada! Alias, se vc precisar de um filme assim meio cult, tem uns carinhas na frente do Mackenzie vendendo, e o preço é baratinho...

Então, concluindo, queridos moradores do bairro mais falado nos jornais e na internet essa semana, vocês querendo ou não, o metrô vai chegar! Os bairros mais TOP de Paris tem metrô, e você vê todo mundo usando civilizadamente, sem grandes ocorrências. Você vê estudantes felizes indo pra aula/casa com mais conforto e mais fácil, você vê as funcionárias domésticas indo lá pro outro lado que elas moram mais rápido.

Alias, vocês vê gente de verdade! E não o seu motorista particular ou a depressão do seu carro blindado! Você vê os casais apaixonados no celular, os jovens que dão lugar para as velhinhas, os turistas perdidos, o seu pretê da vez, enfim, você esta perdendo muito tempo da sua vida se preocupando se vai ou não ter camelô na sua rua (o que não é muito difícil de se ver todos os dias)!

A Copa está chegando, o governo quer fazer bonito pros turistas. O metrô está finalmente ampliando, depois de décadas de atraso....só o que não melhora, e que de fato é uma questão que merece atenção são as passagens de ônibus e do metrô, que estão caras pra burro!

Então, queridas pessoas, vamos reclamar daquilo que realmente faz sentido. Não tem tenta gente estudando pra burro, e fazendo milhões de estatísticas da onde é melhor colocar uma estação do metrô a toa por ai!

Ou, pode mandar aqui pra Perdizes, que me poupa de pegar ônibus e de economizar uma passagem!

beijos!

ps2: duas reportagens que vi essa semana sobre o assunto, uma pró outra contra, pra ficar mais 'justo'

Sábado, Março 12, 2011

Comer ou não comer? Eis a questão.


Toda segunda-feira sai o caderno Folhateen, da Folha de São Paulo. Sempre que posso, leio, quando não dá, leio qualquer outro dia da semana pelo site.

Desse vez o caderno dedicou colunas aos vegetarianos e seus hábitos alimentares para conviver nesse mundo carnívoro. Entretanto, a matéria que mais me chamou a atenção foi Carne também é isso , pois ele mostra os índices de consumo, desmatamento, produção em massa, e tudo relacionado ao que a indústria de alimentos faz para  abastecer as pessoas. Os resultados são chocantes, para deixar qualquer um alarmado.


A questão que quero tratar não é converter as pessoas ao vegetarianismo, pois o ser humano é onívoro, ou seja, come de tudo (ou quase tudo), bem, comemos vegetais e carnes a toda hora.
Enfim, eu não sou vegetariana, mas não como carne todos os dias, assim, descobri a campanha Segunda sem carne, ou em inglês Meat Free Monday criada pelo ex-Beatle Paul McCartney.
Isso porque "mudando sua alimentação, você pode mudar o mundo". Mas, o que quer dizer isso afinal? Simplificando, a produção de carne (vacas, frango, peixe,...) produzida no mundo exige uma série de requisitos, entre eles o desmatamento, cativeiros, aumento de gases que causam o efeito estufa,tortura de animais, entre outros. E assim, não é só o planeta que fica afetado, mas quem consome também sofre, pois está ingerindo uma comida fabricada, com hormônios absurdos, e pra piorar, além de fazer mal a saúde, uma grande porcentagem do que não é consumido, simplesmente é jogado fora, vira lixo. E lixo não é bom.

Penso em duas palavras diante disso tudo: excesso e conscientização.
O ser humano moderno (e pós-moderno) vive dos excessos, e por que? O consumo de eletrônicos, as mídias, o comprar, o manipular, fazem com que o homem não pare e pense nos seus limites. Ele consome mais e mais e nunca fica satisfeito, o desejar não esgota e nunca é suficiente. E isso tudo ele também reflete na comida, chega ao ponto que não importa a procedência da comida, e sim se ela satisfaz, mas o satisfazer desse desejo não faz com que o homem reflita sobre o processo que essa comida sofreu para chegar em seu prato, ele simplesmente quer comer e acalmar sua inquietação. O exagero não faz bem a ninguém, seja ele de comida ou de superficialidades.

A conscientização por outro lado faz a pessoa parar e refletir sobre o mundo em sua volta. Assim, eu apóio essas pessoas que, por mais que não consigam parar de comer carne (o que é natural de nós animais) vêem que o mundo não vai acabar em carne. São pessoas que tentam manter seu equilíbrio, comendo todos os tipos de vegetais e procurando a procedência da sua comida, como os alimentos orgânicos e certificados.

E por esse caminho, percebemos que superficialidades não tem vez. A comida, a reciclagem, o lixo, o desmatamento são todas as formas que o Planeta encontrou para gritar aos seus habitantes que o excesso não tem limites.

Comam com vontade e saúde. Não desperdice você mesmo e nem o seu mundo.
"Pelas pessoas, pelos animais, pelo planeta"

http://www.svb.org.br/segundasemcarne/

Sexta-feira, Fevereiro 11, 2011

Mas afinal, o que Edward Cullen herdou de Conde Drácula?

Era uma vez...

...um vampiro! Corram! Fujam! Protejam as mulheres! Como dizem os antigos, ou pelo menos diziam, já que hoje, vampiro não assusta mais ninguém.

Você já foi mordido por (essa moda de) vampiro? Eu já! Afinal, quem não soltou suspiros pelo belo Edward Cullen (da Saga Crepúsculo) ou simplesmente abominou essa idéia de “Vampiros? Eca.”

Bem, a primeira vez que vi um vampiro, devia ter meus sete anos e conheci um tal Conde Drácula (Bram Stoker). No começo, ele me pareceu um tanto quanto arrogante, seria a sua postura aristocrática em conflito com a minha de plebéia que nem sabia donde surgiu tamanha grandiosidade?

Depois de muito tempo, descobri que nem todo vampiro é Conde. Alguns crêem que o são, como Lestat (Entrevista com o vampiro), outros preferem questionar sua vida na morte, como Edward. Mas, o X da questão é: por que os vampiros estão na moda?

Conta-se que a partir do século XVI, surgiram criaturas fantásticas, aterrorizantes e sugadoras de sangue, denominadas vampiros. A partir de então, criaram-se histórias envolvendo terror, romance e magia, assim, abrindo caminho para a nova escrita vampiresca. A figura clássica presente em nosso imaginário sobre os sugadores de sangue belos e sedutores nem sempre foi assim. Ao longo dos séculos, desde as primeiras aparições vampirescas, tivemos o fenômeno das metamorfoses do vampiro. Antes disso os vampiros não tinham a força da beleza, eram simplesmente considerados mortos-vivos, sem atrativo físico ou moral, muito bem ilustrados no filme Nosferatu, uma sinfonia do horror (1922).

A metamorfose dos vampiros, fez com que o ser mais terrível, se tornasse o mais doce, pois na aparência, eles são semelhantes aos humanos, por terem crises de identidade, sentimentos e vontades, mesmo assim continuam poderosos e imortais. A partir disso, entendemos porque Edward Cullen ressuscitou a moda vampiresca.

Na verdade, o vampiro nunca esteve fora da moda. Ele só abriu um espaço para os heróis robóticos da modernidade. Mas só porque ele é um cavalheiro do século XVI. O nosso “novo” herói, ou ex-vilão vem melhorando seus relacionamentos entre humanos e arrancando suspiros de adolescentes (e até adultos).

Mas espere, o vampiro é um herói ou vilão?

Primeiramente, o que é o herói?

O herói é uma figura que reúne uma série de atributos: beleza, bondade, sacrifício, poderes mágicos, inteligência, etc. Bem, Nosferatu nunca poderia ser um herói, pois ele não é belo. Conde Drácula, alguns o consideram, outros não, talvez porque ele seja um tanto quando egoísta. Lestat? De jeito nenhum! Edward? Concerteza! Edward é a “encarnação” da figura moderna do mito do vampiro! Ele possui todas as características de herói, entretanto, ele vem com uma novidade: a existência na morte. Sim, as dúvidas existenciais, os por ques, o desejar, o amar. Os sentimentos mais humanos não foram separados pela morte, mas ganharam força. Ele é o herói moderno que todos esperavam, já está morto, mas continua vivo, e agora faz o bem, ou o sacrifício do bem por amor.

Esclareço que a autora da Saga Crepúsculo, Sthepenie Meyer, não foi a criadora dos vampiros sentimentais. O próprio Drácula tinha desejos, e os vampiros de Anne Ricce (Entrevista com o vampiro, 1976) já tinham suas próprias dúvidas sobre sua existência magnífica. Mesmo assim, Edward tem todas as qualidades de herói, e jamais poderia ser um vilão, pois ele ama profundamente uma humana, e acabaria com sua própria “vida” por ela.

Hoje, Edward como herdeiro de Drácula, possui seus melhores atributos: aristocracia, beleza, inteligência e sedução. Entretanto, para sua espécie continuar perpetuando, ele se modernizou e seduziu seus leitores.

Portanto, gostar de vampiros não é só estar na moda, é dar continuidade as histórias que eram contadas no século XVI sobre entes fantásticos que aterrorizavam, mas conquistavam seus ouvintes e leitores, assim, passando e se modificando de geração em geração.


Livros Citados:

Entrevista com o vampiro de Anne Ricce

Drácula de Bram Stoker

Crepúsculo de Sthepenie Meyer

The Vampire Diaries de J. L. Smith

Filmes e seriados:

Nosferatu, uma sinfonia do horror de Murnau (1923)

Entrevista com o vampiro de Neil Jordan (1994)

True Bloond de Allan Ball (2008)

Buffy, a caça-vampiros de Joss Whedon (1997)

Terça-feira, Fevereiro 08, 2011

Brás Cubas: medo de memórias?

Por acaso hoje me deparei com o tema de Memórias, o que automaticamente me faz lembrar de livros, como o Memórias Póstumas de Brás Cubas, do Machado de Assis.

Não estou aqui pra contar a história do livro, quem quiser pode ler, pois além de risadas garantidas, é pura reflexão.

O que pensei, além do livro, são aquelas pessoas que sempre relacionam as memórias a coisas tristes, ou seja, aquela lembrança que você não quer ter mais. Estilo: "meu passado me condena" ou "simplesmente quero esquecer" (mas nunca enfrenta).

Bem, memória é aquilo que fica armazenado na cabeça, e por algum motivo o seu passado vai continuar armazenado, só com a idade você passa a confundir, mas não significa que a perdeu.

Não se perdem memórias, só se armazena diferente. Como aquela lembrança triste, algo que leva tempo pra superar ou as melhores coisas da sua vida.

Eu conheço pessoas que tem medo de memórias. Mas por que?

Bem, cada um sabe o que teme. Como ter feito algo muito errado e ter medo de ser descoberto. Como acobertar alguma coisa. Ou como pensei, simplesmente medo de viver.

Pois é, pessoas tem medo de viver. Mas quem não tem? Com tanta notícia trágica na TV, não me surpreende que as pessoas tenham medo. Mas devemos ficar apáticos a tudo e a todos?? NÃO!

Bem, existem lembranças boas e ruis, assim como existem dias bons e ruis, ainda sim como existem comidas boas e ruins, o que quero dizer é, pare de ter medo!

PARE! Pare de temer o amanhã, pare de reclamar da vida. As propagandas clichês que dizem que você é o dono do seu nariz, tem um fundo de verdade. Somos humanos, e vivemos dos erros, se lembramos deles por muitos e muitos anos é porque foi importante, são decisões e escolhas que naquele momento consideramos viáveis, nada mais.

Passam. As coisas passam, as pessoas passam. Assim como o Brás Cubas, ele passou, mas não deixou de temer e contar.